ARTIGO: Por que o juiz não pode delegar sua consciência ao algoritmo
A substituição, ainda que parcial, da consciência do juiz por sistemas de inteligência artificial não representa avanço civilizatório, mas um grave retrocesso democrático. Ao prometer decisões mais rápidas, eficientes e “neutras”, o uso acrítico de algoritmos no Judiciário ameaça deslocar o centro da jurisdição: do julgamento humano, responsável e fundamentado, para a automação estatística travestida … Continue lendo ARTIGO: Por que o juiz não pode delegar sua consciência ao algoritmo
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